Uma fraude de R$ 12,2 bilhões abriu rombo de R$ 52 bilhões no sistema financeiro brasileiro, corrompeu supervisores do Banco Central, manchou o STF e quase derrubou um banco público inteiro. O que o caso revela não é um escândalo bancário — é o retrato da podridão institucional.
R$ 12,2 bilhões de fraude direta. R$ 52 bilhões de rombo total. Supervisores do BC afastados, presidente do BRB preso e a sombra do STF. O caso que define a podridão do sistema.
Do caixa único às franquias estaduais — a máquina financeira e operacional que faz das facções a maior ameaça ao Estado de Direito no Brasil.
Duas prisões em três meses. Áudio sobre eliminar testemunhas. R$ 52 bi sumidos. A trajetória do ex-controlador do Master e a rede que o sustentou até cair.
Jornalismo tradicional trata cada escândalo como evento isolado. A Teia faz o oposto: cada nome que aparece em uma investigação entra na rede.
Quando um político surge em uma nova denúncia, puxamos seu histórico inteiro. Quando uma empresa reaparece, mostramos onde ela já apareceu. Cada artigo nosso adiciona nós e arestas à teia — e a teia revela padrões que casos isolados nunca revelariam.
Quem protege quem. Quem financia quem. Quem se cala quando.
O prejuízo do BRB vem do bolso da população do DF. Os mecanismos do FGC vêm do depositante. Quando bilhões somem do sistema, eles saem de algum lugar — sempre o mesmo lugar.
A declaração que contradiz décadas de discurso, história e agenda política — e o que ela revela sobre o projeto de poder do PT.
Investigação mostra ligações entre lideranças políticas baianas e organizações criminosas — e o silêncio ensurdecedor da imprensa nacional.
A Teia é jornalismo investigativo independente. Não respondemos a partidos, anunciantes ou pautas oficiais. Investigamos o crime organizado, suas conexões com o poder político e econômico, e o que esses laços significam para o futuro do país.
Acreditamos que o Brasil só vai parar de andar para trás quando seus cidadãos enxergarem com clareza quem está empurrando.